Um branco que me assombra e um preto que me dá paz, um motivação seguidora mas falhada no entanto sem com muitas palavras apenas com algumas digo uma tentativa acabada. As trocas e os "ao contrário" são impugnados desde a renovação e mesmo assim são aceites como tudo o que a vida nos dá seja uma vista boa ou má. Essa renovação deu um vislumbre de que o fim de não viver o que tem de ser vivido no seu preciso momento é como pl
antar uma flor e ela não estar ao sol nem ser regada, comparação esta que tem a finalidade de demonstrar que uma planta mal tratada é como um ser humano mal sentido e no limite de tudo o que surge é mesmo o termo do que foi criado. Muitas vezes a questão do "vale apena" entra sem fazer barulho e saí deixando os gritos da razão sobreporem-se a clarões de emoção e mesmo tentando esconder isso de todo o mundo será inútil porque quando algo foge não é por surpresa mas sim por susto e até mais ver, o susto é como a despedida do hoje a transformar-se na pressa do amanhã e mesmo assim correndo não podemos optar pela moldura do princípio nem pelo molde do acabar porém cada corda perdida, cada ramo partido, cada pedra esquecida e cada rio investido produz um encantamento que se reflecte num transbordar para si próprio não só pelo risco de recomeçar como também pelo perigo de avançar. A continuação tem conjunturas muito específicas como a brisa do vento, ora nos deixam frios e insensíveis perante o que nos rodeia ou nos deixa quentes e sensíveis para o que nos defronta assim igualmente como o consciente, ou ficamos "adormecidos" ou "acordados" pois onde nos reflectimos não se chama espelho, chama-se opção.
antar uma flor e ela não estar ao sol nem ser regada, comparação esta que tem a finalidade de demonstrar que uma planta mal tratada é como um ser humano mal sentido e no limite de tudo o que surge é mesmo o termo do que foi criado. Muitas vezes a questão do "vale apena" entra sem fazer barulho e saí deixando os gritos da razão sobreporem-se a clarões de emoção e mesmo tentando esconder isso de todo o mundo será inútil porque quando algo foge não é por surpresa mas sim por susto e até mais ver, o susto é como a despedida do hoje a transformar-se na pressa do amanhã e mesmo assim correndo não podemos optar pela moldura do princípio nem pelo molde do acabar porém cada corda perdida, cada ramo partido, cada pedra esquecida e cada rio investido produz um encantamento que se reflecte num transbordar para si próprio não só pelo risco de recomeçar como também pelo perigo de avançar. A continuação tem conjunturas muito específicas como a brisa do vento, ora nos deixam frios e insensíveis perante o que nos rodeia ou nos deixa quentes e sensíveis para o que nos defronta assim igualmente como o consciente, ou ficamos "adormecidos" ou "acordados" pois onde nos reflectimos não se chama espelho, chama-se opção.
O espelho do olhar sendo o mais invulgar é onde devemos procurar o que mais anceiamos de encontrar
