sábado, 27 de agosto de 2011

OPÇÃO

Um branco que me assombra e um preto que me dá paz, um motivação seguidora mas falhada no entanto sem com muitas palavras apenas com algumas digo uma tentativa acabada. As trocas e os "ao contrário" são impugnados desde a renovação e mesmo assim são aceites como tudo o que a vida nos dá seja uma vista boa ou má. Essa renovação deu um vislumbre de que o fim de não viver o que tem de ser vivido no seu preciso momento é como plantar uma flor e ela não estar ao sol nem ser regada, comparação esta que tem a finalidade de demonstrar que uma planta mal tratada é como um ser humano mal sentido e no limite de tudo o que surge é mesmo o termo do que foi criado. Muitas vezes a questão do "vale apena" entra sem fazer barulho e saí deixando os gritos da razão sobreporem-se a clarões de emoção e mesmo tentando esconder isso de todo o mundo será inútil porque quando algo foge não é por surpresa mas sim por susto e até mais ver, o susto é como a despedida do hoje a transformar-se na pressa do amanhã e mesmo assim correndo não podemos optar pela moldura do princípio nem pelo molde do acabar porém cada corda perdida, cada ramo partido, cada pedra esquecida e cada rio investido produz um encantamento que se reflecte num transbordar para si próprio não só pelo risco de recomeçar como também pelo perigo de avançar. A continuação tem conjunturas muito específicas como a brisa do vento, ora nos deixam frios e insensíveis perante o que nos rodeia ou nos deixa quentes e sensíveis para o que nos defronta assim igualmente como o consciente, ou ficamos "adormecidos" ou "acordados" pois onde nos reflectimos não se chama espelho, chama-se opção.



O espelho do olhar sendo o mais invulgar é onde devemos procurar o que mais anceiamos  de encontrar

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

DESCOBRIR

É frio no exterior e borbulhento por dentro, é tudo mas só no meio, obter desculpas para algo que não tem desculpa e com franqueza é mais que tudo se dane. Não quero descrever porque isso era sinónimo de denunciar, reter mesmo sem querer para ninguém entender, é como colocar divisão e pressão para uma palavra poder descolar e ainda mais não deveria ser permitido conjugar mágoas nem dissabores num dia de sol e muito menos forçar algo que não se quer dar nem por sombras do atlântico. Tantas encruzilhadas e tanta naturalidade que parece alheia ao verdadeiro natural, motivações desconsertadas e convenções que no fundo não são reais, peripécias mal descobertas e puzzles mal encaixados que aparentemente pareciam funcionar bem, mas mudar o que não se pode ter é como matar o que não se quer. Impossível lutar contra o que sentimos, marés e ventos mudam os rumos de tudo o que existe dentro de nós e podem provocar furacões inerentes ao tudo onde estamos, porém lógicas perturbadoras e consequências amaldiçoadas não fazem parte do bem de ninguém mesmo que o façam impingir isso a toda a gente odiosa. Maravilhas são espécies desiguais que não se afogam nem se perdem, chocam com quem merece tê-las e nunca são eternas com ninguém, pérolas desabrochadas e estrelas encantadas que fazem perpetuar o que há de bom em viver mas quando há garantias é nesse preciso momento em que também há mentiras e no fim de tudo o que reina é a verdade. A procura é demasiada para quando a resposta mais evidente está em cima de tudo o que esperamos encontrar e por mais que seja a luta de saber é algo que nem eu posso querer.




Há dias que não sabemos o que fazer nem sabemos no que acreditar!